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quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Criancês


                                   Para: KlixtaKlixtalina

Eu não sou o seu poliglota!
Eu não sei o criancês
A Klixtinha fala “tlêis”!
Klixta – flor de bergamota...

A klixtinha só quer “bejo”!
Não quer “ablaço” apertado.
Quer, é o meu beijo, babado
E o meu carinhoso cortejo.

Ósculo virtual não nós acaricia
E não deixa marca de batom!
- Mãeee... Beijo virtual arrepia?

Em homenagem fiz este soneto
Com onomatopéias e este som:
O ba-ti-cum, tum-tum no peito...

Zozézinho


2 comentários:

  1. Poxa. Acabei de fazer uma viagem no tempo, uns 17 anos atrás, quando meu molequinho estava com 1 ano e meio. Oh! Saudade.

    Adorei o poema, José. Fantástico.

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