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domingo, 5 de dezembro de 2010

Soneto de Dois Corpos Nus


Os nossos corpos nus
E os sentimentos também...
A minha alma é refém
Dos teus olhos azuis.

O teu desejo é escravo
Das minhas suaves delicias.
Doam-se ternas caricias
Na cama, a rosa e o cravo.

Exala do teu corpo o perfume
De mil manhãs de primavera!
E as flores têm inveja e ciúme

Da tua fascinante e radiosa
Beleza. O teu beijo – quimera!
Tua pele – pétala sedosa!

José Anchieta

3 comentários:

  1. Obrigada pelo comentário.Fico feliz em saber que gosta do que escrevo.
    Aliás, amei esse também.
    Gosto do que e como escreve.
    beijos

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  2. lindo poema, palavras muito seletas. parabens

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  3. Lindo o soneto.
    Bom poder ver a beleza de dois corpos nus.
    Pois realmente encantam.
    Parabéns.
    Abraços e uma excelente semana.

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