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domingo, 24 de outubro de 2010

Inocência

Éramos um casal em miniatura
Seguíamos juntos e tão serenos!
E no compasso dos pés – ingênuos -
Imitava-os, os sonhos e a ternura.

Eu embebia dos teus olhos amenos,
Toda a claridade e formosura.
Fulgurava em minha retina escura
O brilho amoroso - vazio de venenos.

Ah... A inocência é a coisa mais pura!
Somos felizes! Se eu pudesse ao menos,
Reviver aquele passado de ventura!(...)

Se eu conseguisse voltaria ao menos,
Para dar-te um beijo cheio de candura!
E me aninhar nos teus braços pequenos.

José Anchieta

3 comentários:

  1. ain,que liiiiiiiiiiiindo! *-*
    Creio que é dessa inocência que sentimos falta. Talvez o mundo precise mais,e de novo, da pureza nos relacionamentos,algo que os faça verdadeiros [e intensos]
    aMeeeeei

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  2. A sensibilidade de uma alma que não é pequena!
    Agradeço suas gentis palavras em meu cantinho e adorei chegar aqui e encontrar poesia.
    Ótima noite!
    Abraço

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  3. A perca e a tentativa em tela de volta, inocência, será que retorna.

    Lindo poema...

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