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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Soneto Fúnebre

-Maria Alice! Maria Alice!
Terminar assim por quê?
Será que a vida iludiu você?
E após, tira-nos sua meiguice?

Maria Alice, menina nova!
Flor orvalhada e agora murcha
A paixão foi uma bruxa
Que a levou do jardim á cova.

-Maria Alice! Maria Alice!
Anjo amante e de olhar sereno.
Eu estremeci quando alguém disse:

- Maria Alice lá na cidade
Desiludida bebeu veneno
Só para matar-nos de saudade.

In memorie.

José Anchieta

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