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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Ana Bárbara (Aninha)


Barbaridade o talhe do teu corpúsculo!
Barbaridade as tuas curvas lascivas!
Barbaridade o teu pezinho minúsculo!
E o que dizer de tuas nádegas altivas.

Barbaridade o teus lábios de Angelina
Jolie! Barbaridade o teu lindo busto!
-Ah, como é belo o teu sorriso augusto!
E como é suave a tua voz de menina!

Bárbara, tu és (do meu poema) a rima rara!
O fruto proibido do jardim do éden!
Quando tu passas a própria Minerva pára

Querendo se esconder nos teus cabelos!
E clama às outras Deusas que a remedem!
Com bravos e retumbantes apelos!

José Anchieta

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