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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Afrodite

Quem é a musa que valsa
Em meu peito notas febris?!
Com a leveza dos colibris
Conduz-me á alada balsa

Do amor. Para perseguirmos
Correntezas que se apressam
Ao mar. Os bardos versam
E cantam-na! Nós, rirmos.

A vida é uma cantiga de amor!
 Uma mosca azul quase morta.
 Vitima! (Não chore trovador!)

Quando Cupido bater à porta
Punge-nos lacerante tremor...
Te desperta ò paixão torta!

José Anchieta

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