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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Ao Meu Irmão (Aucherles)


O corpo cada vez mais debilitado
Definhando-se devagarinho...
Mas não faltava-lhe o carinho
Da mão materna, sempre ao seu lado.

A sua constante presença
Não aliviavam-lhe as dores...
Mas enchia-lhe de favores
Como um bálsamo, àquela doença.

Perdão, por estar ausente
Nesta hora tão sofrida
No teu momento dolente.

Perdão, meu irmão benquisto!
Negou-lhe uma chance, a vida.
Mas vive agora com Cristo.

In memorie

José Anchieta

Um comentário:

  1. Poesia de uma beleza lúgubre.
    É como dizia o grande Renato Russo: " É tão estranho: os bons morrem jovens!"

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