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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Reencontro


Reencontro

Quando nos vermos novamente
Vou contemplar-te com longa e demorada ternura
Extasiar-me na serenidade do teu olhar de menina
Irei abraçar-te pressurosamente...
Esquecendo-me dos equívocos da exactidão dos minutos
Que pressupõem o tórrido beijo de amor.
Quando nos vermos novamente, meu bem
Eu já não terei nos olhos esta melancolia de agora
Acolhida nos refolho da alma inconstante.
Quando nos encontrarmos novamente
Irei sorrir-te feito uma criança boba
Desprezando a luz do sol e a claridade do dia
Para iluminar-me com o brilho da tua magia
Irei sorrir, libertando-me dos aguilhões da saudade.
Para prender-me no aconchego do teu caloroso abraço
E a vibração celestial da sua maravilhosa voz
Será a minha carta de alforra
É desta maneira subtil e delicadamente aguardada
Que eu imagino o nosso reencontro, querida.
E quando nos revermos, razão do meu viver!
O meu coração saltará de alegria vibrante.
Já não serás apenas uma fotografia na moldura
Sobre a poeira da estante.
Não escreverei o verso inédito, pois inédita é a
Nossa história de amor
Não recordarei telefonemas, nem transcreverei poemas.
Pois a silhueta do teu formoso corpo
E a estática do teu rosto lindo
Serão os aéreos memoriais do meu pensamento.

Para: Jaqueline
Com amoroso desejo.

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